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SÁBADO, 22 DE FEVEREIRO DE 2020
02 de SETEMBRO de 2019 | Fonte: Globo Esporte

Felipão não treinou o time do Palmeiras que perdeu no Maracanã

Escalação com Matheus Fernandes foi anunciada pelo treinador pouco antes da partida.
Felipão e Paulo Turra, treinador e auxiliar do Palmeiras (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

O Palmeiras que Luiz Felipe Scolari escalou na derrota por 3 a 0 para o Flamengo, no último domingo (01/09), pelo Brasileirão, foi uma novidade para os próprios jogadores, que souberam da mudança na concentração onde o elenco estava hospedado no Rio de Janeiro.

 

O treinador não havia ensaiado nenhuma vez a equipe com a entrada de Matheus Fernandes como terceiro volante, juntamente com Felipe Melo e Bruno Henrique.

 

Foram quatro dias de trabalho depois da eliminação para o Grêmio na Libertadores, três deles com o grupo completo, o último já no Rio de Janeiro.

 

Ao ser questionado sobre o assunto na saída do estádio, o zagueiro Vitor Hugo – outra novidade no time, como substituto de Luan – desconversou:

 

Não foi só por isso que o Palmeiras sofreu a pior derrota desde que Felipão retornou ao clube. Mas o fato aumenta sua lista de incoerências recentes, especialmente depois da Copa América, período em que o time sofreu duas eliminações e não venceu nenhum dos sete jogos no Campeonato Brasileiro.

 

O próprio Matheus Fernandes foi sacado no intervalo, para dar lugar ao meia Raphael Veiga, depois de ter feito um gol (anulado) e de ter sido um dos jogadores que mais buscavam o jogo no primeiro tempo.

 

No banco de reservas do Maracanã, Felipão não tinha Deyverson como opção para o ataque ou o meia Zé Rafael. Eles sequer viajaram ao Rio de Janeiro depois de terem sido esperanças de algo novo no segundo tempo da derrota para o Grêmio.

 

Os centroavantes à disposição eram Borja – chamado de "jogador de Libertadores" pelo treinador depois de ter sido decisivo na classificação para as quartas de final e de curiosamente não ter jogado as quartas de final – e Henrique Dourado, que faria sua estreia se entrasse.

 

A gestão do elenco, merecidamente elogiada com o rodízio que funcionou no título brasileiro de 2018, não existe mais. Felipão tem incomodado reservas, titulares e torcida. Também por isso seu prestígio diminuiu com a diretoria, que começa a reconsiderar a certeza de sua permanência.



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