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TERÇA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2019
20 de OUTUBRO de 2018 | Fonte: G1

PF abre inquérito para apurar conteúdo falso contra candidatos

Investigação foi pedida pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Inquérito vai apurar disseminação 'estruturada' de mensagens falsas contra candidatos à Presidência.

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar a divulgação de informações falsas por empresas contra os candidatos à presidência, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), informou neste sábado (20/10) o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

 

O pedido foi feito nesta sexta-feira (19) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a Raul Jungmann, que confirmou a abertura da investigação.

 

Serão investigados casos de empresas de tecnologia da informação suspeitas de ter disseminado de forma "estruturada" mensagens falsas sobre os candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais. O inquérito será conduzido pela Diretoria de Combate ao Crime Organizado.

 

No pedido de investigação , Raquel Dodge menciona recentes reportagens de BBC, "Folha de S.Paulo" e jornal "O Globo" e afirma que "o quadro de interferência" na opinião dos eleitores, com base em possíveis falsas informações, "afronta" a integridade do processo eleitoral.

 

"É uma nova realidade mundial, que exige investigação com a utilização de um corpo pericial altamente gabaritado e equipamentos adequados, para se identificar a autoria e materializar a ocorrência desse novo formato de crime, recentemente introduzido na legislação brasileira, de alta potencialidade lesiva", afirmou.

 

Segundo a PGR, essas reportagens já motivaram a abertura de uma apuração por parte da Procuradoria Geral Eleitoral. O objetivo, de acordo com o Ministério Público, é verificar a possível existência de utilização de esquema profissional por parte das campanhas políticas com o propósito de propagar notícias falsas.

 

No pedido encaminhado à PF, Raquel Dodge diz que a situação também exige apuração na "ótica criminal". A procuradora afirma que o uso especializado e estruturado de logística empresarial para a divulgação em massa de informações falsas é crime previsto na legislação eleitoral.



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