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QUARTA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2018
09 de ABRIL de 2018 | Fonte: Portal do Governo de Mato Grosso do Sul

Agraer realiza estudos para conter erosões provocadas por chuvas

Mapeamento aéreo é realizado com o auxílio de um drone.
Além dos aspectos produtivos, as informações foram imprescindíveis para os trabalhos de segurança da população e manutenção de ruas e estradas (Foto: Divulgação/Agraer)

A Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), de Deodápolis, contribui para a execução e a prevenção da erosão nas propriedades rurais do município através de estudos técnicos e mapeamento aéreo com o uso de um drone.

 

De acordo com o engenheiro agrônomo Douglas Pellin, com a expansão municipal, os bairros foram sendo construído sem o devido planejamento, ou seja, uma infraestrutura necessária com pavimentação asfáltica e drenagem das águas pluviais (chuvas).

 

“Em dias de chuvas intensas e com declive das ruas, as enxurradas pegam velocidade e grande parte do volume de água adentra nos lotes provocando assim a chamada voçoroca. Diante do problema, a Agraer de Deodápolis realizou um mapeamento aéreo nas áreas afetadas e alguns bairros da cidade”, afirmou.

 

O drone foi controlado pelo próprio engenheiro agrônomo da Agraer. “Com o equipamento eu consegui mapear as áreas afetadas pelas águas das chuvas através das fotos aéreas das propriedades rurais e bairros urbanos. Com esse material em mãos, deu para realizar o processamento dessas imagens por meio de um software, o que permitiu que eu delimitasse a área total afetada, o volume de solo perdido ou depositado na propriedade, o índice de vegetação que ali persiste para o controle da erosão e a topografia do terreno”, argumentou.

 

Tanta chuva provoca fortes prejuízos dentro e fora dos sítios. Na pecuária de leite, por exemplo, prejudica o desenvolvimento da forrageira, capim, e por consequência diminui a oferta de alimento aos animais. “Com a declividade do terreno sentido córrego, esses sedimentos estão se depositando no leito do mesmo contribuindo com a aceleração do assoreamento”, informou o engenheiro agrônomo da Agraer.

 

Segurança

Além dos aspectos produtivos, todas essas informações também foram imprescindíveis para os trabalhos de segurança da população e manutenção de ruas e estradas. “Com este relatório fotográfico da Agraer, nós, da Defesa Civil, encaminhamos as informações à Defesa Civil Nacional um material solicitando recursos para obras preventivas no controle de erosão”, afirmou o coordenador da Defesa Civil de Deodápolis e tenente Max Tosta.

 

Em Deodápolis, o trabalho da Defesa Civil ficou mais robusto com os dados repassados pela Agraer e com isso tanto o governo Federal e quanto o Estadual reconheceram a situação de emergência do município.

 

“Foi realizado um plano de trabalho preventivo para controlar o dano já causado, evitando, no futuro, maiores prejuízos, como a degradação das propriedades e assoreamento dos córregos próximos”, pontuou o engenheiro agrônomo.

 

Um documento foi assinado pelo secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Renato Newton Ramlow, e publicado no Diário Oficial da União no final do mês de março, no dia 22, em que reconhece a situação de emergência em diversos pontos do município de Deodápolis.

 

“Após as fortes chuvas que causaram diversos estragos no município, a nossa Defesa Civil elencou por meio de um formulário os danos causados nos bairros Jardim América I e II, Jardim Eldorado, Europa, Santa Terezinha, além de diversas pontes e estradas que foram muito danificadas”, explicou o coordenador e tenente Max Tosta.



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