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SÁBADO, 21 DE ABRIL DE 2018
23 de MARÇO de 2018 | Fonte: Campo Grande News

Vai a 17 número de cidades de MS com emergência

Portaria publicada nesta sexta-feira (23) reconheceu a calamidade em Jardim e Batayporã
Ruas alagadas em Aquidauana durante cheia em fevereiro (Foto: Saul Scharam)

O Governo Federal reconheceu, nesta sexta-feira (23), a situação de emergência de Jardim e Batayporã, municípios localizados a 233 e 311 quilômetros de Campo Grande, respectivamente. Contando com esses dois, a União já decretou calamidade em 17 cidades do estado atingidas por temporais este ano.

 

O Governo Federal reconheceu, nesta sexta-feira (23), a situação de emergência de Jardim e Batayporã, municípios localizados a 233 e 311 quilômetros de Campo Grande, respectivamente. Contando com esses dois, a União já decretou calamidade em 17 cidades do estado atingidas por temporais este ano.

 

Esse procedimento permite que os prefeitos desses locais peçam recursos federais para ações de resposta, como reconstrução de pontes, assistência a desabrigados e restabelecimento de serviços essenciais.

 

Já tiveram também a emergência reconhecida pela Secretaria Nacional de Defesa Civil: Amambai, Anastácio, Aquidauana, Bonito, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Eldorado, Itaquiraí, Japorã, Miranda, Nioaque, Novo Horizonte do Sul, Porto Murtinho, Sete Quedas e Tacuru.

 

Essa lista, conforme o órgão, inclui apenas os municípios que além de terem decretos locais e estaduais, acionaram o Governo Federal. Podem haver outros lugares afetados pela chuva que não fizeram a solicitação ainda.

 

Mais de 65 mil pessoas foram afetadas pelas intempéries no estado. Aquidauana registrou as situações mais críticas. O temporal fez o nível do rio que dá nome ao município ficar nove metros acima do normal. A via que faz a ligação com a cidade vizinha Anastácio ficou totalmente submersa.

 

O Exército chegou a montar uma espécie de ponte para facilitar a travessia em um bairro onde a água batia na cintura. Várias famílias tiveram que sair de casa. As mais afetadas viviam em regiões próximas ao curso d'água.

 

As aulas na rede municipal de Aquidauana tiveram que ser suspensas, afetando 4,8 mil alunos das zonas urbana, rural e nas aldeias indígenas. O governo estadual destinou R$ 800 mil para a cidade na época, em caráter de emergência.



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