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QUARTA-FEIRA, 24 DE ABRIL DE 2019
19 de SETEMBRO de 2018 | Fonte: Campo Grande News

Falhas no saneamento causam surtos de doenças em 26 cidades de MS

Vinte e um tiveram epidemias de dengue, 7 do zika vírus e 7 da febre chikungunya
Mosquito transmite dengue, zika e chikungunya (Foto: Genilton Vieira/Fiocruz Imagens)

Em 2017, 34,7% dos 5.570 municípios brasileiros relataram casos de endemia ou de epidemia de doenças relacionadas a condições deficientes de saneamento básico. No Mato Grosso do Sul, 26 cidades tiveram surtos.

 

As doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti são as que fizeram vítimas em mais municípios, conforme u suplemento Aspectos gerais da gestão da política de saneamento básico, da Pesquisa de Informações Básicas Municipais, a Munic 2017, divulgados nesta quarta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

Dos 26, 21 tiveram epidemias de dengue, 7 de zika vírus e 7 de chikungunya. Conforme boletim da SES (Secretaria de Estado de Saúde), em 2017, 6.201 tiveram dengue em Mato Grosso do Sul).

 

Os surtos de diarreia foram notificados em 9 cidades de Mato Grosso do Sul, 9 municípios tiveram pessoas com doenças do aparelho respiratório ligadas às falhas no sistema de saneamento, 4 casos de hepatite e 3 população com verminoses. Dermatites, tifo e difiteria foram registradas em ao menos 1 localidade.

 

“Dengue e diarreia foram as duas doenças mais mencionadas pelos municípios. Isso é falta de saneamento? Não necessariamente. Talvez seja falta de aprimorar um pouco mais os cuidados municipais. Mas a gente tem que prestar atenção também que não é só a gestão pública municipal que tem que fazer o serviço, existe uma parte do cidadão também nessa história toda”, afirmou Vânia Pacheco, gerente da Munic, à Agência Brasil, citando atenção do cidadão para não jogar lixo na rua ou deixar água acumulada.

 

País - A dengue foi a doença mais citada no Brasil, com registro em 1.501 cidades, ou 26,9% do total, seguida da diarreia, com 23,1%.

 

Em terceiro lugar, aparecem as verminoses e a chikungunya, com registro em 17,2% municípios cada, e depois zika, notificada por 14,6% das prefeituras.



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