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SEGUNDA FEIRA, 22 DE OUTUBRO DE 2018
31 de JULHO de 2018 | Fonte: Campo Grande News

Murilo deixa para "bater martelo" como vice de Reinaldo na convenção

Presidente regional do DEM explicou que palavra final só na convenção do próximo sábado (4)
Presidente regional do DEM, Murilo Zauith, falou sobre parceria com tucanos (Foto: Saul Schramm)

O presidente regional do DEM, Murilo Zauith, confirmou que a tendência é ser candidato a vice do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), na eleição deste ano. Ele ponderou que só poderá “bater o martelo” na convenção da legenda, marcada para sábado (04), de manhã. A expectativa é que depois do fechamento da ata, as lideranças sigam para o evento tucano, que vai ser realizado no mesmo dia.

 

“A tendência é ser vice do governador na campanha, mas só posso confirmar depois da convenção de sábado que vamos fazer na sede do partido. Depois de acertar a questão com as lideranças, devemos seguir para o evento do PSDB”, explicou Murilo.

 

O ex-prefeito de Dourados voltou a reafirmar que o principal impasse para o fechamento desta aliança, era a chapa dos deputados federais – Luiz Henrique Mandetta e Tereza Cristina – mas como já tinha adiantado, a questão foi “pacificada” dentro da legenda. A bancada estadual do DEM, que tem os deputados José Carlos Barbosa e Zé Teixeira – já tinham adiantado que preferiam a parceria com os tucanos, pela proximidade com Azambuja.

 

A reunião crucial para esta aliança ocorreu na semana passada, quando o governador pessoalmente foi até a residência de Zauith, para uma reunião com as lideranças do DEM, em que participaram os deputados estaduais e Tereza Cristina, faltando apenas Luiz Henrique Mandetta. No encontro foi oferecido um cargo na chapa majoritária, restando aos democratas escolherem entre a indicação de vice ou uma das vagas ao Senado.

 

Murilo adiantou dias depois que preferia o cargo de vice, já que na sua concepção, poderia contribuir mais para Mato Grosso do Sul, em uma eventual administração junto com Reinaldo, do que indo para o Senado Federal, que segundo ele, terá pouca renovação e vai continuar sendo comandado por “antigos caciques”.



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