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SEGUNDA FEIRA, 17 DE DEZEMBRO DE 2018
23 de FEVEREIRO de 2018 | Fonte: Correio do Estado

Marun diz que foco agora é segurança pública e fronteiras terão reforço

Ministro da Secretaria de Governo falou com a imprensa nesta manhã
Ministro falou ainda do fracasso da Reforma da Previdência - Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

Com a decisão do Governo Federal em criar o Ministério de Segurança Pública, as fronteiras com países vizinhos devem ter uma atenção maior e Mato Grosso do Sul também. Quem afirmou isso foi Carlos Marun (MDB), ministro da Secretaria de Governo, durante coletiva de imprensa nesta manhã.

 

A coletiva foi marcada para que o ministro falasse sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro, mas Marun comentou sobre vários assuntos como Reforma da Previdência e eleições. Sobre a questão da segurança, mesmo a intervenção ocorrendo somente no Rio de Janeiro, Marun não excluí Mato Grosso do Sul das ações.

 

“O governo declarou guerra contra o bandidismo. Um diagnóstico foi feito e aponta para o reforço nas fronteiras também. Ações estão sendo feitas de acordo com a necessidade. Discussões estão acontecendo. O Rio de Janeiro foi uma espécie de fratura exposta da segurança pública. Estava sob o controle de bandidos com armas de guerra. A prioridade do Governo Federal no momento é a segurança. E isso é mostrado pela intervenção e pela criação do Ministério de Segurança Pública”, contou.

 

Marun completou dizendo que mais investimentos na segurança devem acontecer com essa mudança de foco. “Quando se prioriza a segurança, se dispõe a mexer no orçamento”, afirmou, mas sem dar detalhes ou adiantar valores. “Sem previsão de gastos, por enquanto. Mas será o suficiente para trazer a sensação de segurança de volta”.

 

Por enquanto, conforme o ministro, não há chance de que novas intervenções ocorram em outros Estados e muito menos que os fatos do Rio de Janeiro interfiram nas eleições deste ano. “Não existe risco ao estado de direito. As medidas foram tomadas de acordo com a Constituição e não existe risco às eleições”, explicou.

 

FRACASSO

Marun ainda falou sobre a “desistência” temporária do Governo Federal em votar a Reforma da Previdência. Para o ministro, não conseguir alcançar esse objetivo representa um fracasso. “É uma derrota para o Brasil. E não fiquei feliz também. Agora ela [Reforma] sai do Congresso e vai para o palanque. Vai ser usada na campanha por muita gente, com certeza”, comentou.

 

Ainda conforme o ministro, há uma única chance de a Reforma retornar à pauta ainda neste ano. “Se nosso plano for acolhido e dependendo do resultado das urnas, podemos retomar o assunto em novembro”, completou.

 

SUDECO

Indicado pelo próprio MDB ao cargo de chefe da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Antônio Carlos Nantes de Oliveira, foi demitido e sua exoneração publicada hoje (23). Conforme Marun, as atitudes políticas de Nantes acarretaram nessa decisão.

 

“Perdeu o apoio político por decisões tomadas. Não existe nada que interfira no trabalho, mas foram as escolhas políticas. Ele quer ser Presidente da República pelo MDB, mas nunca foi oferecido um cargo para isso”, afirmou.

 

AQUIDAUANA

Com a segunda maior cheia da história no início da semana, cerca de 150 pessoas ficaram desabrigadas e muitas perderam tudo. Isso além dos danos causados em pontes e outras estruturas da cidade. Para avaliar a situação e ver como o Governo Federal pode ajudar, Marun vai à cidade ainda hoje.

 

“Vou para ver de perto e avaliar a situação e ver como podemos apoiar com recusos e, se houver necessidade, obras. Ainda não posso falar nada, pois não sei como estão as coisas lá. Colegas me demandaram e vou lá me encontrar com os prefeitos de Aquidauana e Anastácio”, concluiu.



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