Untitled Document
SEGUNDA FEIRA, 26 DE JUNHO DE 2017
14 de JUNHO de 2017 | Fonte: Midiamax

PF mira falsa advogada suspeita de aliciar índios e forjar aposentadoria

Falsa advogada é acusada de aliciar índios da etnia Kaiowá para fraudar aposentadoria por idade rural. O golpe já teria somado prejuízo de R$ 600 mil aos cofres públicos.

Uma operação para combater fraudes a Previdência Social foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (14/06) em Ponta Porã-MS. Equipes da Polícia Federal cumprem mandados de prisão e busca e apreensão contra uma falsa advogada que aliciava índios da etnia Kaiowá para fraudar aposentadoria por idade rural. O golpe já somou um prejuízo de R$ 600 mil aos cofres públicos.

 

A Operação Raposa Kaiowá, realizada pela Delegacia da Polícia Federal de Ponta Porã, cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal do município, contra uma estelionatária que se apresentava como advogada indigenista e assim aliciava indígenas para fraudes contra a Previdência Social.

 

De forma fraudulenta, a falsa advogada conseguia benefícios de aposentadoria por idade rural a indígenas Kaiowá. Segundo a polícia, a estelionatária, ganhava a confiança das vítimas para manipulá-los e explorá-los financeiramente.

 

Durante as investigações, foram identificadas pelo menos três fraudes contra a previdência, que totalizaram um prejuízo estimado em mais de R$ 600 mil. A Polícia Federal ainda identificou inúmeras fraudes em empréstimos consignados, tendo os índios da mesma etnia como vítimas.

 

Conforme a PF, a operação foi denominada Raposa Kaiowá, em alusão “à característica traiçoeira e oportunista das raposas na captura de suas vítimas, a qual se assemelha à astúcia utilizada pela falsa advogada no trato com indígenas”. O nome ainda remete à Operação Coiote Kaiowá, deflagrada em 2015, no município de Amambai.

 

A operação é realizada pela Delegacia da PF de Ponta Porã, em conjunto com a Coinp (Coordenação de Inteligência Previdenciária do Ministério da Fazenda) e com o MPF (Ministério Público Federal).



Untitled Document
Últimas Notícias
Cassems tem aprovação de 81% dos usuários do Estado, aponta pesquisa
Temer sanciona lei que permite preço diferente para cada forma de pagamento
Empresários do Estado terão 15 dias para pagar ICMS de mercadorias
Untitled Document