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SEXTA-FEIRA, 18 DE JANEIRO DE 2019
07 de JANEIRO de 2019 | Fonte: Correio do Estado

Mato Grosso do Sul encerra ano com mais de 7,1 mil casos de dengue

Três Lagoas concentra quase a metade das notificações.
Foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul encerra o ano com aumento de mais de 15% nos casos de dengue. Conforme último boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, até o início da segunda quinzena de dezembro, já havia sido notificado em todo o Estado o total de 7.140 casos da doença. São 939 casos a mais em comparação ao ano de 2017. Embora o crescimento coloque o Estado em alerta, principalmente por conta do período de chuvas e altas temperaturas - propícios para a proliferação do mosquito transmissor Aedes aegypti -, o índice permanece como o segundo mais baixo dos últimos anos. Em 2013, por exemplo, o Estado havia registrado o total de 102.026 casos da doença.

 

O relatório da SES apontou, porém, que quase a metade das notificações está concentrada em Três Lagoas. O município da região Leste havia contabilizado, até a primeira quinzena de dezembro,  3.086 casos da doença, uma incidência que chega a 2.814 casos da doença para cada grupo de 100 mil habitantes, a mais elevada em todo Mato Grosso do Sul.  Ao todo, nove cidades estavam com alta incidência da doença (300 casos ou mais para cada grupo de 100 mil habitantes).  Entre elas, Costa Rica (155 casos), Selvíria (34), Coronel Sapucaia (69) e Chapadão do Sul (91). Campo Grande aparece com incidência média, de 101 a 299 casos por 100 mil habitantes. Até meados de dezembro, a Capital teve 2.046 notificações da doença, uma incidência de 245,8 casos. 

 

Até o fim de dezembro, duas mortes haviam sido confirmadas em decorrência da dengue no Estado. Um adolescente de 13 anos morreu de dengue em Três Lagoas, no dia 4 de dezembro, e uma professora, no dia 18, em Brasilândia. 

 

ATENDIMENTO

A SES apontou ainda que em uma semana (de 9 a 15 de dezembro), 21 pessoas foram atendidas em unidades básicas de saúde em todo o Estado. Campo Grande e Três Lagoas tiveram maior número de atendimentos, sete cada. No mesmo período,  Unidades de Pronto Atendimento realizaram 104 atendimentos especializados, sendo 67 em Campo Grande e 37, em Três Lagoas. Nos hospitais, foram dez internações, nove delas na Capital.

 

Enquanto isso, agentes percorreram, no mesmo período, um total de 82.723 quarteirões. Aproximadamente 2,293 milhões de litros de inseticidas foram utilizados no combate ao mosquitos em todo o Estado. 



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