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TERÇA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO DE 2018
09 de AGOSTO de 2018 | Fonte: G1-MS

Mesmo com perda de 29,3%, MS deve se manter como 3º maior produtor de milho do país

No levantamento, a Conab destaca que as condições climáticas desfavoráveis deste ano causaram as perdas.

Mato Grosso do Sul deve ter uma perda de 29,3% na produção da segunda safra de milho, também conhecida como safrinha ou safra de inverno, do ciclo 2017/2018, com o volume caindo de 9,609 milhões de toneladas, da temporada anterior, para 6,794 milhões de toneladas, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (9), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Agricultor mostra milho que não se desenvolveu por causa da falta de chuva em Mato Grosso do Sul nesta temporada (Foto: TV Morena/Reprodução)
Agricultor mostra milho que não se desenvolveu por causa da falta de chuva em Mato Grosso do Sul nesta temporada (Foto: TV Morena/Reprodução)

Mesmo com a redução, a Conab aponta que o estado deverá manter neste ciclo a posição de terceiro maior produtor de milho segunda safra do país. Acima estão Mato Grosso, que deverá colher 26,201 milhões de toneladas e o Paraná, com 8,969 milhões de toneladas. Abaixo está Goiás, que deverá produzir neste ciclo 6,521 milhões de toneladas.

 

No levantamento, a Conab destaca que as condições climáticas desfavoráveis deste ano causaram perdas de tamanhos diferentes em cada região produtora do estado. No sudeste e leste, por exemplo, a redução chega a 30%, enquanto que no centro norte a aproximadamente 20% frente a temporada passada.

 

A companhia destaca que com precipitações abaixo da média histórica nos meses de maio e junho, quando havia uma alta demanda hídrica por parte dos milharais para o embonecamento e enchimento dos grãos, as lavouras acabaram sendo muito afetadas, ficando de um modo geral entre regulares e ruins, com espigas pequenas e grãos fora do padrão.

 

A exceção foram as áreas plantas mais cedo, que não foram afetadas pela estiagem e aquelas cultivadas em solos mais argilosos e em altitudes mais elevadas, que têm temperaturas mais amenas e onde as precipitações foram mais constantes.



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