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TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2018
01 de JUNHO de 2018 | Fonte: Gazeta Esportiva

Justiça estipula data de julgamento que pode ‘liberar’ Gustavo Scarpa

A ‘novela Gustavo Scarpa’ terá novos capítulos na próxima semana. Na próxima quinta-feira, às 13h30, o meia, seus representantes e os advogados do Fluminense irão comparecer ao TRT-RJ (Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro) para a análise de um pedido de mandado de segurança feito pelo atleta, como publicou o Esporte Interativo.

 

Scarpa alega que seu direito de trabalhar não pode ser cassado enquanto a decisão final de sua disputa com o Fluminense não acontece. Se o TRT-RJ emitir parecer favorável ao atleta, ele ficará livre para voltar a defender o Palmeiras.O MPT (Ministério Público do Trabalho) já se manifestou a favor do mandado de segurança que o liberava para assinar com o Palmeiras no início do ano.

 

Recentemente, Alexandre Mattos se manifestou sobre o caso após um longo silêncio e afirmou que um acordo com o Flu não é considerado como opção. O Palmeiras acompanha o processo de perto, mas não se envolve na disputa.

 

O Tricolor afirma “brigar pelos seus direitos”, mas não quer ter o jogador de volta. Na prática, o clube das Laranjeiras se interessa em uma possível compensação, que pode ser financeira ou de atletas.

 

No final de 2017, Gustavo Scarpa entrou na Justiça contra o Fluminense por conta de R$ 9 milhões devidos pelo clube ao jogador, entre salários, direitos de imagem e outras pendências. Em janeiro, o meia conseguiu a rescisão contratual na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro e assinou com o Palestra por cinco temporadas.

 

O novo capítulo no imbróglio jurídico aconteceu justamente no melhor momento de Scarpa no Palmeiras. Após uma longa pré-temporada, o camisa 14 marcou seus primeiros gols pelo clube pouco antes de a rescisão ser publicada pelo BID (Boletim Informativo Diário) da CBF

 

Na negociação entre Palmeiras e Scarpa, apesar de o meia estar livre no mercado, o Verdão se comprometeu a pagar 6 milhões de euros em luvas ao jogador. No entanto, como previsto em contrato, a quantia não foi repassada ao jogador em virtude do imbróglio jurídico.



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