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QUARTA-FEIRA, 17 DE JANEIRO DE 2018
22 de DEZEMBRO de 2017 | Fonte: G1-MS

Casos notificados de dengue cai 92,15% na Capital

Notificações caíram de 28.139 no acumulado de janeiro a novembro de 2016 para 2.211 no mesmo intervalo de tempo de 2017.
Agentes de saúde que trabalham no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue (Foto: Prefeitura de Campo Grande/Divulgação)

O número de casos notificados de dengue em Campo Grande caiu 92,15% na comparação do acumulado de janeiro a novembro de 2017 frente a 2016, despencando de 28.139 registros para 2.211, conforme dados dos boletins epidemiológicos da secretaria estadual de Saúde (SES).

 

Em 2016, conforme dados do boletim epidemiológico da semana 47, que tinha informações até o dia 26 de novembro, a situação na capital de Mato Grosso do Sul era de alta incidência, a oitava maior do estado, com o indicador de 3.380,7 por 100 mil habitantes, e com o registro de três mortes no ano.

 

Já em 2017, de acordo com o boletim epidemiológico também da semana 47, com dados até o dia 25 de novembro, o panorama no município é de média incidência, a 17ª maior de Mato Grosso do Sul, com indicador de 265,6 por 100 mil habitantes, e sem óbitos.

 

Boletim epidemiológico do município

No boletim que a Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, da secretaria municipal de Saúde de Campo Grande, divulgou nesta sexta-feira (22) o número de notificações que o município aponta também para a semana 47 é ligeiramente maior do que o registrado pelo estado, dois casos a mais, 2.213.

 

Esse boletim do município, detalha o número de notificações por mês, apontando que na cidade houve uma “concentração dos casos entre janeiro e abril”, com “era esperado” pelas autoridades de saúde, mas que, entretanto, ocorreu também um “aumento em período atípico, iniciado em agosto e seguindo pelos meses de setembro e outubro”. 

 

O boletim do município ressalta que o aumento das notificações entre agosto e outubro, mesmo acima do esperado para o período, não caracteriza epidemia, mas indica um situação de alerta. Ressalta também que o risco de epidemia é atenuado pela circulação do mesmo tipo de vírus (DENV1), que foi detectado em 100% das amostras coletadas.



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