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QUINTA-FEIRA, 19 DE JULHO DE 2018
28 de NOVEMBRO de 2017 | Fonte: Correio do Estado

Menos da metade do rebanho bovino de MS foi vacinado

Alerta foi feito pelo Iagro/MS em razão do término da campanha, no dia 30 de novembro

A campanha de vacinação contra Febre Aftosa termina no dia 30 de novembro, com meta de vacinar oito milhões de bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade, nas regiões do Planalto e Fronteira. No Pantanal, a recomendação é valida de mamando a caducando, para os produtores que optaram por imunizar os animais em novembro.

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Declaração de registro de vacinação tem que ser feita até 15 de dezembro (Foto: Divulgação)

Entretanto, a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal  (Iagro) apontou que até dia 24 de novembro, pouco mais de 40% dos animais, cerca de 3,5 milhões de cabeças, receberam a vacina. Os proprietários devem registrar em sistema a confirmação de imunização até 15 de dezembro, para rebanhos localizados nas regiões de Planalto e Fronteira. Para os rebanhos do Pantanal o período foi ampliado para 30 de dezembro.

 

Coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), por meio da Iagro e da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), a campanha conta com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Embrapa Gado de Corte.

 

Nas três regiões, o registro da vacinação deve ser realizado diretamente pelo produtor no site da Iagro, ou em casos específicos, e a critério da Iagro, em seus escritórios locais, lembrando que os pecuaristas devem aproveitar o manejo para vacinar as fêmeas de três a oito meses contra a Brucelose e que maiores informações podem ser obtidas no Disk Aftosa: 0800 67 9120.

 

COBERTURA VACINAL

 

Mato Grosso é um dos três estados com melhor percentual de cobertura vacinal  no país na última década. Segundo informações da agência, além disso são realizadas ações permanentes de vigilância e identificação individual de todo rebanho localizado na fronteira. 

 

Os resultados colaboraram para a liberação das exportações de carne bovina in natura para a União Europeia e a adesão do Estado ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). 



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