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QUARTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO DE 2017
27 de SETEMBRO de 2017 | Fonte: Agência ALMS

Com construtores, Mochi destaca interlocução política da ALMS

Mochi lembrou que o setor é estratégico para a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do Estado.

O presidente da Assembleia Legislativa (ALMS), Junior Mochi (PMDB), participou de reunião da Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul), ontem (26/09), e enfatizou a importância da interlocução política da Casa de Leis no sentido de auxiliar o setor. 

Mochi participou de reunião da Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Foto: Rachid Waqued/ALMS)

"A construção é o segmento que sofre primeiro os reflexos do que acontece em nosso país, de positivo e negativo. Temos que ter sempre a sensilidade de auxiliar aqui no Estado e também mobilizar a bancada federal, especialmente neste momento delicado por que passa nossa economia", afirmou. Segundo ele, devidamente consolidada, a associação é um importante mecanismo para viabilizar conquistas aos construtores. 

 

Mochi lembrou que o setor é estratégico para a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do Estado e também convidou a direção da Acomasul a firmar parceria com a Casa de Leis. "Já estabelecemos termos de acordo com 21 instituições, de forma que, quando algum projeto começa a tramitar na Assembleia Legislativa, que seja de interesse daquele segmento, seus representantes são chamados para debater e propor sugestões, para que o texto final também contemple as necessidades das categorias", explicou. 

 

O presidente da Acomasul, Adão Castilho, lamentou a decisão do Ministério das Cidades de reduzir os recursos do programa Minha Casa, Minha Vida, que impacta diretamente o setor, e informou aos associados como está a mobilização nacional das entidades que buscam minimizar os prejuízos. "Antes, respondíamos por 30% dos financiamentos. Hoje, somos responsáveis por 60% dos contratos da Caixa [Caixa Econômica Federal - CEF] no Brasil, o que demonstra a nossa importância", disse.

 

De acordo com Castilho, cada R$ 1 bilhão que é retirado das linhas de financiamento representa redução de 187,5 mil empregos no país. "Estamos mobilizando os políticos em Brasília e buscaremos assegurar a manutenção das nossas atividades e avançar", afirmou, complementando que a direção da entidade voltará a se reunir, em Brasília, com representantes do Ministério das Cidades e da Caixa.  

 

A partir desta segunda-feira, os mutuários passam a ter mais dificuldade em financiar a compra de imóveis usados. A Caixa reduziu para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento. Atualmente, os clientes poderiam financiar até 60% ou 70% do montante, dependendo do tipo de linha de crédito contratada. A redução vale para todas as modalidades, como Minha Casa Minha Vida, empréstimos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que utiliza recursos da poupança.



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