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QUINTA-FEIRA, 23 DE NOVEMBRO DE 2017
06 de JULHO de 2017 | Fonte: Assessoria

Cálculo atuarial é tema de palestra da Previdência dos Servidores Municipais de Naviraí

O cálculo atuarial é um orçamento de expectativa de vida de cada pessoa e é preciso saber até quando ela irá consumir recursos da previdência.

O Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município de Naviraí (Naviraiprev) realizou na terça-feira (04/07), uma reunião direcionada aos seus contribuintes, que aconteceu no plenário da Câmara de Vereadores, esclarecendo que em todo o regime próprio de previdência, seus gestores devem calcular uma previsão de 75 anos pra frente e expectativas de caixas para pagar os servidores ativos da folha de pagamento.

Palestra foi ministrada na terça-feira na Câmara de Vereadores de Naviraí (Foto: Divulgação)

O presidente do Naviraiprev, Moises Bento da Silva Júnior, disse que a Prefeitura de Naviraí tem cerca de 1.500 servidores e aí é feito um levantamento pessoal de cada servidor, tais como, se ele é casado, se tem filhos e outros dependentes, se tem tempo de serviço em outras empresas para serem averbados, etc.

 

– Caso o servidor não tenha essas informações, ele tem um desvio, o cálculo não é real, sendo importante ele acompanhar seus dados cadastrais junto à instituição, com essas informações, teremos condições de fazermos o cálculo atuarial, um futuro garantido que, quando chegar a época de sua aposentadoria, teremos a garantia de sua aposentadoria – destacou Moisés Bento.

 

De acordo com Moisés, esse cálculo é precisamente para o pagamento de previdência, a previsão de despesa administrativa, sendo necessária as  participações, em todas as atuações do Naviraiprev que tem uma página no Portal de Transparência e no próprio portal do Instituto , onde são prestadas todas as informações como valores de folha, valores de investimentos e outros, sempre atualizadas.

 

Hoje os homens com direito à aposentadoria devem ter 65 anos e as mulheres 63. Moisés ainda enfatizou que o servidor tem que ser consciente de que ele é peça principal no sistema, que é a massa ativa que paga a folha dos inativos e citou o caso do servidor que vive à custa de atestados que, com essa atitude, ele está prejudicando o sistema, pois esse valor não é repassado à previdência e sim diminui a base de cálculo.

 

Igor França Garcia, consultor das previdências próprias do país esclareceu que o cálculo atuarial é um orçamento de expectativa de vida de cada pessoa e é preciso saber até quando ela irá consumir recursos da previdência. Assim quanto mais jovens são os previdenciários significa que mais recursos serão dispendidos, havendo a necessidade do aumento da alíquota de contribuição. Por lei, o servidor hoje deve contribuiu com 11%. Sempre que houver necessidade de aumento dessa alíquota para manter esse equilíbrio, deve ser aumentada a parte patronal.

 

Igor argumentou em sua palestra que os regimes próprios são obrigados a investir, porque a inflação consome a arrecadação, não havendo necessidade de ganhos altíssimos, mas pelo menos equilibrar à inflação, não se trata de um processo especulativo. Esclareceu ainda que a previdência deve cuidar da aposentadoria e pensão e o assistencialismo como o auxílio doença, gerando um custo para a previdência e isso tem que ser melhor negociado, comentou o consultor.



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