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SEGUNDA FEIRA, 16 DE OUTUBRO DE 2017
29 de JUNHO de 2017 | Fonte: G1

Senado adia voto sobre urgência em reforma

Consultado pelo presidente do Senado, líder do governo solicitou que requerimento não fosse votado após oposição dizer que pediria votação nominal. Urgência será votada na próxima terça.
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), conversa com o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR) e com o relator da reforma trabalhista, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), decidiu não colocar em votação nesta quinta-feira (29) um pedido de urgência para o projeto de reforma trabalhista em razão da baixa presença de senadores em plenário.

 

Ele tomou a decisão após consultar o líder do governo e autor do requerimento, Romero Jucá (PMDB-RR), que pediu que o pedido não fosse votado. O líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), havia antecipado que solicitaria votação nominal.

 

“É patente a falta de quórum para uma votação nominal [...].Eu solicito a Vossa Excelência que deixe para colocar numa próxima sessão, na próxima semana, exatamente para não derrubar a sessão”, afirmou Jucá.

 

Com isso, o requerimento de urgência, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça (28), será votado na próxima terça-feira (4). O plenário precisa aprovar o pedido.

 

Pelo regimento, se o requerimento proposto for aprovado na terça, o projeto terá condições de ser votado na quinta-feira (6).

 

Tradicionalmente, às quintas, o quórum no Senado é baixo para votações, mas defensores da reforma querem a análise da proposta já na próxima semana.

 

A reforma trabalhista foi aprovada pela CCJ nesta terça, por 16 votos a 9.

 

Governistas apostam na aprovação da reforma para sinalizar ao mercado que o presidente Michel Temer tem condições de continuar no Planalto. Eles também dizem que o projeto pode diminuir a crise financeira e o desemprego.

 

Já parlamentares da oposição são contrários à proposta e afirmam que a reforma pode precarizar as condições de trabalho.



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